domingo, 19 de setembro de 2010

"Seus trejeitos são odiosos
Seu fluxo de pensamento
Me deixa nauseada, e eu odeio
Cada mínimo detalhe de
Sua personalidade arrogante...
Eu te desprezo, e você faz
Poesia, eu leio e um
Calor sobe e consome
A carne e eu não quero
Me sentir desse jeito por
Você. Por você ser tão odioso...
Mas sua voz é tão doce e
As palavras parecem mergulhar
Em sua boca, para depois
Sairem em movimentos adoráveis.


As palavras saem tão bem da sua boca
Parecem que foram feitas simplesmente
Para que você as pronunciasse.


Eu odeio não conseguir
Não gostar de você.
Mas eu não vou me apaixonar
Juro que vou te desprezar
Vou te desprezar até
Esse sentimento sumir."



Me escreveram isso há tempos. Hoje eu sei que, desprezando ou prezando, o sentimento, invariavelmente, some ou subverte.

Um comentário:

  1. que paradoxo o amor, não!?
    é só cagar bastante que passa...

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