quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Do voto facultativo e da utopia da democracia representativa

   Todo cidadão, à partir dos dezesseis anos de idade opcionalmente, e obrigatoriamente à partir dos dezoito, independe de credo, sexo, escolaridade, cor e capacidade cognitiva, tem direito ao voto - que tem peso comum entre todos cidadãos. A maioria das pessoas se orgulha disso. A maioria das pessoas são extremamente ignorantes, social e culturalmente e vota porque é obrigada, consequentemente vota por simpatia, fama, popularidade, aparência ou indução. É absurdo que um menor que é, perante o júri, considerado irresponsável pelos seus atos seja, simultaneamente, considerado apto ao voto. A obrigatoriedade do voto é nociva para a democracia e é definitivamente absurdo afirmarmos que o eleitor comum decide o futuro da nação - como é de costume ouvirmos por aí, em épocas como essa. O eleitor está limitado à sugestão e é alheio às escolhas do candidato, à partir do momento que o mesmo é eleito.  Democracia é utopia, e o amor de deus também.

sábado, 25 de setembro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

"Seus trejeitos são odiosos
Seu fluxo de pensamento
Me deixa nauseada, e eu odeio
Cada mínimo detalhe de
Sua personalidade arrogante...
Eu te desprezo, e você faz
Poesia, eu leio e um
Calor sobe e consome
A carne e eu não quero
Me sentir desse jeito por
Você. Por você ser tão odioso...
Mas sua voz é tão doce e
As palavras parecem mergulhar
Em sua boca, para depois
Sairem em movimentos adoráveis.


As palavras saem tão bem da sua boca
Parecem que foram feitas simplesmente
Para que você as pronunciasse.


Eu odeio não conseguir
Não gostar de você.
Mas eu não vou me apaixonar
Juro que vou te desprezar
Vou te desprezar até
Esse sentimento sumir."



Me escreveram isso há tempos. Hoje eu sei que, desprezando ou prezando, o sentimento, invariavelmente, some ou subverte.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

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